segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Prenda de 30 e poucos

Prenda de 30 e poucos

Ela só tem 30 e poucos anos
Mas, deixa de 4 este velho lobo.
Com 2 ou 3 beijinhos 
Estremece meu corpo todinho
Quando enrola seus 10 dedos
Na curva do me pescoço.

Nesta hora fico doido.
Tiro a casca desta fruta 
e descasco esta guria
Que deixa quente minha pele fria.
Como a carne, bebo o suco e chupo até o caroço.

Êta! Fogosa prenda de 30 e poucos anos
Que mata de prazer este cinquentão.
Quando sarandeia na vaneira do salão
Você é nota 10! Pra você eu pago 1000!
Vai ser boa assim lá na terra do bugio. 

Percival Percigo Gomes

Tua casa te espera

Tua casa te espera. Volte pra ela!
Traga de volta a alegria de sentar-se à mesa,
E orar pelo alimento recebido 
E pela benção de poder tê-lo.
Isto prova que Deus responde sempre ao teu apelo.

Tua casa te espera. Volte pra ela!
Porque ela te espera de abraços abertos 
De janelas sem grades e de portas sem trinco. 
Pra que você saiba que eu não brinco.
E que você realmente vale ouro, vale prata.
Porque você, ó! é “joia” e também é uma rara joia!
É diamante! É rubi! É 10!
E vale 1000 para muitos amigos
E também para nós 5!

Tua Casa te espera! Volte pra ela!
E aproveita o ensejo e nos dê na porta,
Um fraternal abraço e um grande beijo!
Mas, traga junto com teu corpo, teu espírito e tua alma
Pra encher a Minha Graça com tua graça 
E com tua voz recheada de paz e de calma.

Pois, aqui estão os “seus” e os dons espirituais teus.
Aqui está teu canto pelo qual Eu me encanto.
Aqui está o teu louvor e a cura pra tua dor.

Tua casa e tua Casa te esperam. Volte pra elas!
E traga contigo teu coração contrito, o teu louvor
E principalmente, o teu lindo primeiro amor!
Porque você é nosso tesouro maior 
E digna de todo o nosso amor!

Eu, o Senhor (+Percival, Menartzyki e outros...)

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Pôr-do-sol


O albor é prólogo deste show silente
Que meu olhar assiste no firmamento agora.
O “Titã de fogo” que dantes fulgente,
Ameniza o céu. A lua se aflora!

Um pedaço de horizonte 
O sol de laranja tinge.
Voam os pássaros
Pros leitos das árvores.
O espetáculo vespertino invade minha meninge.
A inspiração assoma! Meus olhos são mármores!
Mármores que fitam firme o firmamento
Quando à montanha e ao mar o fogo beija.
Voam-se as horas nas asas do vento.
Pousa a noite sobre o tempo.
A tarde adeja!
Quando contemplo o ocaso do Astro Rei,
Me apaixono por toda esta beleza.
Digo, tomado por uma emoção que explicar não sei. 
Te adoro Sol! Te amo Grandioso Criador da natureza!

Percival Percigo Gomes

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Tributo à minha viola



Chora minha viola  a sua emoção.
Chora bem de mansinho essa canção
Fazendo a parceria com os violeiros
Sob o céu azul lá do meu sertão.

Mostra minha viola a sua beleza
Igual a um passarinho ao pôr-do-sol
Que vem pousar sem dó lá no meu peito
Fazendo este violeiro si apaixonar.

Chora minha  viola bem de mansinho
Vem como um passarinho ao pôr-do-sol
Assoviando dó, ré, mi fá sol  no meu peito
Fazendo este violeiro sempre a cantar.

Viola o seu timbre me faz lembrar
Tião Carreiro e Pardinho sempre a cantar.
Tonico e Tinoco os seresteiros
Esta história é Rolando Boldrim é que eu vou contar.

Viola minha viola, as notas das suas cordas,
Nos traz com a majestade duma imperatriz,
A paz reconfortante da música caipira de raiz.
O seu choro alegre presenteia nossos ouvidos
Com um som autêntico e melodioso
Que nos faz lembrar Craveiro e  Cravinho, Zico e Zeca
Carreiro e Carreirinho, Cacique e Pajé,
João Mulato e Douradinho,
Os Dois Mineiros e Almir Sater
E entre outros, a Rainha do Sertão, Inezita Barroso
Que nos traz a bela saudade. Chora viola!

Percival Percigo Gomes

Febre

Dentro de mim há uma chama
Mas, não é chama de paixão.
É uma chama que me chama
Para os confins da destruição!

Minha cabeça dói. Maldita peste.
Minha temperatura assoma o Everest.
Faz um calor imenso mas, sinto frio.
Sou luz acesa neste estado febril.

Sou palha de um velho casebre
Sob a ameaça do fogo febre!

Quero dormir e não consigo.
A insônia é um forte inimigo.
Apesar do meu corpo estar quente,
Minha alma chora, fria e demente.

Sou palha de um velho casebre
Sendo queimado pelo fogo febre!

Voam-se as horas e aumenta o tédio.
A dor é grande! Uma Eurásia!
Busco cura. Não acho o remédio.
Isto não é vida nem eutanásia.

Sou palha de uma velho casebre
Em chamas com esta febre!

Há tanto calor, já não resisto.
Meu corpo sofre neste clima misto.
Vai-se o fogo deste corpo mal.
Se apossa dele o frio mortal.

Sou palha de um velho casebre
Todo queimado pelo fogo febre!

Percival Percigo Gomes

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Despedaçado

Sigo ainda a trajetória da vida.
Agora, um tanto sem vida. Faltando um lado
Que nem a lua minguante... “minguado”
Longe dos seus abraços e do seu amasso!
Os olhos que dantes brilhavam, agora só olham pra baixo.
Apagado, perdido num horizonte de sei lá...
A boca? Já não grita mais. Já nem louva mais.
Que dó! Ela não canta mais , nem Ré,
Nem Mi e nem , pois, caiu no escuro 
Onde nem Sol existe por .
E,  SI  eu continuar vivendo, será cheio de espaço vazio
Com olhos escorrendo feito rio...
Então já nem rio... Não rio de nada
Sou caminheiro sem estrada.
Ó! coração o que foi que aconteceu?
Foi a “camélia que caiu do galho deu dois suspiros e depois morreu?”
Não! Foi mais doido e mais doído do que isto.
Silêncio total! acabou meu carnaval!
Foi um golpe direto e cruzado.
De alguém que me passou pra trás e me deixou de lado.
Me deixou por inteiro e me reduziu pela metade.
Ah! Ex-amor safado, bandido mas, agora, também finado!
Me deixou aqui plantado!  Mas, do seu peito?  Hamm! Fui arrancado!
Então fiquei assim: sem um lado. Faltando um pedaço.
E o coração? Ficou assim... Assado e amassado.
Totalmente despedaçado!
Mas, já já estará recuperado
E pronto de novo pra amar e ser amado!

Percival Percigo Gomes






domingo, 7 de fevereiro de 2016

Sagrado Pedido

Sagrado Pedido

Por que sigo a Sagrada Palavra,
Quero que todas as minhas ações
Sejam sempre uma manifestação
De bondade em oração.
Peço a Deus que guie meus passos,
Para que eu sempre siga o rumo
De todo o bem que ensina a minha religião.



Peço a Deus que doutrine minha língua,
Pra que eu diga sempre que possível for,
Palavras de paz, de compreensão e de amor.
E que Ele não deixe minha fé na míngua.
E que Ele tire de mim todo o ódio e rancor.

Olhe por mim meu Senhor,
Para que ande sempre no caminho da justiça
E nunca permita que o mal pilhe minha alma.
Feche meus olhos para a vaidade e a cobiça.
E que neste mar de avareza e perdição
Eu possa sempre contar com a benção da Tua calma!

Ponha sua mão sobre mim Senhor.
Para que possa viver conforme tua Lei e tua Sabedoria.
E que neste mundo de tentações e amarguras,
Eu consiga seguir difundindo
Todo o bem das Sagradas Escrituras!

Percival Percigo Gomes